Olá, mortais.
Hoje vim mostrar um game em produção ainda, que talvez muitos ainda não conheçam, mas que parece bem interessante.
Guerreiros Folclóricos é um jogo, aparentemente de ação e aventura, com alguns elementos de hack'n slash baseado na mitologia brasileira, o que é algo bem legal de ver, pois nesses mitos há histórias e seres legais como os de outras mitologias.
A sinopse fala de um mundo chamado Akakor, que é uma suposta cidade perdida nas fronteiras da Amazônia. Dela, veêm os seres lendários, alguns protetores da natureza, e outros destruidores. Um dia, o Saci considerou que os humanos não eram dignos da Terra, e a invadiu para tomá-la. No entanto, teria que passar pelo guerreiro indígena Kambaí e seus aliados, que derrotaram as forças de Saci e o baniram de volta.
Após 300 anos, o Saci agora é rei de Akakor e procura novamente uma forma de invadir a Terra e se vingar de todos. Kambaí novamente terá que deter o Saci, para isso indo até Akakor para libertar o local também.
A premissa é bem legal, ainda mais pela questão mitológica, e a direção de arte do jogo é impressionante na minha opinião, ainda mais se tratando de um game brasileiro. Aqui vão alguns exemplos:
O Saci tem um design bem mais demoníaco e tribal, com os adornos de crânios, o colar, o cachimbo, as tatuagens e etc. O Saci, no início era um ser assim mesmo. Adaptações para estórias infantis o transformaram na figura cômica a qual ele é normalmente associado.
A Iara. Na estória do game, ela é filha do Ipupiara (um homem peixe cuja lenda parece ser mais antiga do que a sereia, conta-se que na verdade, a lenda dele foi modificada para se tornar a Iara). Vivia em uma tribo, onde se destacava por suas habilidades como guerreira e por passar um tempo considerável submersa. Despertou a inveja de seus irmãos, que tentaram matá-la. Ela os mata em legítima defesa, mas sentindo-se culpada, vai viver com seu pai novamente, até que após um tempo ela retorna à superfície, já bem mais poderosa e se torna a principal guerreira das Icamiabas.
Naurú, o lobisomem. Ele é aliado de Kambaí, e pode se transformar independentemente de lua cheia. Ele não é um ser isolado, há uma tribo de lobisomens, da qual ele logicamente faz parte.
Matinta. Acredito que todos conhecem a lenda dela, dispensa apresentações. Uma bruxa que pode ajudar Kambaí, mas acredito que seja uma daqueles personagens que te ajudam, mas que você desconfia das intenções dessa ajuda... hahaha.
Kambaí. Protetor lendário. Tem um colar místico que provavelmente é a fonte dos seus poderes sobrenaturais e sua imortalidade, dons que o ajudarão na sua missão em Akakor. Na primeira gameplay mostrada, vemos Kambaí surgir em um raio. As armas que carregava (um arco e um porrete) também tinham eletricidade correndo por elas. Talvez Kambaí tenha alguma bênção ou algo assim do deus Tupã? Considerando que o jogo aborda a mitologia indígena e um protagonista também índio e com poderes místicos, é uma possibilidade.
O que mais me chamou atenção neste jogo foi o design mesmo. Muitos dos seres mencionados aí já foram representados de maneira mais cômica em estórias para crianças, como em turma da Mônica (isso não é uma crítica, as estorinhas são ótimas), e é legal vê-los na sua digamos, forma natural. Fora que é um belo diferencial para um game brasileiro, uma arte tão detalhada e bem feita. Um dos poucos games brasileiros com uma arte assim que já vi além desse, foi Torii, que lembra bastante os jogos da Team Ico.
Em 2016, esta gameplay foi mostrada: https://www.youtube.com/watch?v=xfkkFb_vIXI E como podem ver, estava bem travada e lagada, mas era compreensível, pelo estado de produção. No ano passado, foi mostrado este vídeo, onde a movimentação e gráficos estão bem mais polidos, bonitos e fluidos, deixando boas expectativas para o final. https://www.youtube.com/watch?v=MTKfoOAGeas
O jogo esteve no catarse, mas parece que não conseguiu arrecadar os fundos necessários, o que é uma pena, mas não cancelaram o jogo, ele segue sendo produzido, embora vá demorar. Enquanto isso foi lançado um livro digital ilustrado, que conta a estória e servirá também para custear a produção do jogo. https://www.amazon.com.br/dp/B077KKPP2S
E é isto. Só nos resta esperar que consigam desenvolver bem o jogo, e que ele seja ótimo, pois pela trama apresentada até agora e personagens, tem muito potencial.
Orpheus's Castle
Games, mitos, um pouco de heavy metal... Coisas das quais eu gosto.
sábado, 4 de agosto de 2018
sábado, 7 de julho de 2018
Devil May Cry 5
Bom dia mortais.
Hoje decidi comentar sobre o trailer de DMC 5, comentar o que eu acho, teorias e etc.
O trailer começa com o Morrison (que não sei porque diabos virou negro. SJWzisse chegando em DMC? socorro) comentando "Já nos conhecemos há muito tempo. Você nunca teve um problema como esse. Vai conseguir?".
É provável que seja um diálogo com o Dante, afinal ele é o cara que arruma trabalho para o Dante no anime, além de ser quem ele realmente conhece há muito tempo. Não acho que ele possa estar falando com o Nero porque o garoto está no ramo há pouco tempo.
Em seguida, vemos uma van dirigida por uma nerd alucinada, e rapidamente vemos Nero no banco do carona, com os cabelos bem mais curtos.
Eu juro por Deus que nesse momento eu realmente achei que fosse o Dante do reboot, o que quase me fez sair durante o dia para sofrer a imolação do sol.
Ouvimos algo que certamente é um noticiário, onde um cara desesperado fala que "Redgrave foi completamente tomada". E outra dizendo que tudo é um teste dos céus, algo assim. E em seguida, veio o momento que me trouxe alívio e felicidade:
A maravilhosa Red Queen, foi aí que percebi que esse rapaz era de fato o Nero. E notem a cara de "vocês tão fudido na minha mão agora". Palmas para a animação desse jogo.
Em seguida, a moça começa a atropelar os demônios na rua, faz uma curva fechada que arremessa a van e Nero decide que é hora de ser um mito e pula pela janela, atirando nos demônios enquanto cai.
E termina voltando pra van. Palmas, palmas.
Em seguida Nero exibe sua prótese.
Podemos ver logo de cara que solta um impulso de energia que afasta os inimigos próximos
Disparar o punho e puxar os inimigos com um cabo, congelar um inimigo no tempo e deve ter mais funções também que ainda não foram mostradas.
O trailer segue mostrando Nero enfrentando um provável chefe do jogo, até um momento crucial:
Nero tem seu braço decepado por essa figura encapuzada que certamente é Vergil, o motivo pelo qual ele está com uma prótese.
E o trailer termina com Nero dizendo que vai acertar as contas com quem arrancou o braço dele. E por fim ele é mostrado de frente para uma árvore demoníaca que brotou na cidade.
E logo em seguida temos uma agradável surpresa.
Nosso tão amado caçador, Dante retorna, com um visual bem mais velho.
E agora sim o trailer acabou, então vamos tentar analisar um pouco.
Só avisando que o game está puxando coisas das novels, o que complica para nós porque até onde sei as novels não foram lançadas no Brasil, nem o mangá.
Bom, vamos lá. Durante o diálogo do Morrison, vemos demônios atacando a cidade enquanto o exército tenta combatê-los.
Foi bom isso ser mostrado, para dar mais vida ao mundo do jogo, pois em DMC 3, vimos uma torre gigante brotar no centro da cidade, engolindo um monte de casas e não vemos reação de ninguém, a cidade do jogo parecia deserta. Aliás, o local foi chamado de "Red Grave", que nada mais é que um nome falso que o Dante adotou na primeira novel: Tony Redgrave.
Na verdade, o mundo da série é mais explorado nas outras mídias, como em novels e no anime onde aparições demoníacas parecem ser algo comum nesse mundo, já que existem caçadores de demônios profissionais, ao contrário do que o primeiro até o terceiro jogo faziam parecer, com apenas Dante caçando, e depois a Lady também.
Logo após isso, vemos um demônio que aparenta ser o principal antagonista.
Ele é mostrado invocando algo (provavelmente demônios) e foi ele quem invocou a tal árvore que aparece atrás dele na mesma cena, o que já dá uma demonstração do seu poder.
Não é mostrado mais nada sobre ele, mas certamente é um inimigo muito poderoso, talvez até mais do que Mundus, para exigir a presença dos três personagens, ou quem sabe quatro. Calma, já explico esses números. Ou não... Como ele foi mostrado logo no início do trailer, talvez ele não seja o vilão maior do jogo, talvez a tal árvore demoníaca sirva para "alimentar" algum demônio em especial que precisa de energia para ressurgir... Quem seria?
Havia uns boatos de que podia ser Lúcifer. Já pensaram que louco?
Em seguida vemos Nero na van com o neon da Devil May Cry dado a ele pelo Dante em algum momento antes de DMC 5. Com isso, Nero abriu sua própria filial da Devil May Cry, com a diferença de que a sua base é móvel. Sim, a van é a base móvel do Nero e sua Devil May Cry.
Aí vemos o bichão:
Sim, ele é filho do Vergil, isso foi revelado em um artbook.
E ele diz que vai acertar as contas com ele, será que podemos esperar uma pancadaria entre Nero e Vergil?
Tá, parece uma estudante de faculdade pública esquerdista militante de algo que não presta, mas ok. Depois de ver DmC Devil May Cry sabemos que podia ter sido pior.
Ela é neta de Nell Goldstein, uma personagem da primeira novel, dona de uma loja de armas customizadas, sendo ela a criadora das famosas Ebony e Ivory, as inseparáveis pistolas do Dante.
Nico foi quem criou a prótese do Nero, o que indica que ela continuou o trabalho da avó. E é provável que ela seja a lojinha do jogo, já que como tudo indica, ela vai customizar as coisas, pelo menos para o Nero (pode ver algumas ferramentas em um suporte preso na cintura dela).
Aí entramos na especulação de que não veremos orbs vermelhas, já que não faria sentido pagá-la com isso. Mas, para Dante isso talvez possa se manter, e quem sabe para o terceiro personagem.
Após alguns momentos da moça se gabando do braço mecânico, uma cena dela exigindo que o Nero pague primeiro pra depois ela dar o braço, Nero enfrentando um chefe, vem uma cena importante:
Agora, cabe a nós ficarmos teorizando como Vergil ainda está vivo. Ele aparentou ter sido destruído em DMC1, mas ele pode simplesmente ter sumido, e ficado longe para se recuperar, afinal quem sabe quanto tempo ele passou controlado por Mundus. Afinal de contas, Vergil é um cara extremamente apelão para ser morto desse jeito. Talvez eu faça um post explicando porque Dante e Vergil são os personagens mais poderosos dos games, talvez apenas o Asura emparelhando com eles.
E nessa mesma cena, ouvimos Nero gritando "Kyrie, get back inside now". Será que aconteceu algo com ela? Talvez não, pois Nero estava agindo normalmente no trailer, e se ela tivesse morrido ou quase, Nero estaria com muito mais sangue nos olhos porque ele é muito mais emotivo do que Dante, a perda dela certamente o deixaria muito transtornado. Apenas vejam em DMC 4 o quão rápido ele sai de um quase choro pra raiva intensa por causa dela.
Agora vamos ao Dante, que é sobre quem mais queremos saber.
No final de DMC 2, Dante termina andando de moto no mundo demoníaco, onde ficou preso, o que possivelmente já liga os dois jogos. E dada a aparência mais velha de Dante, é bem possível que ele tenha ficado muitos anos preso no mundo demoníaco, afinal, lembrem-se que Dante conheceu Nell Goldstein, e agora vimos a neta dela. Muito tempo se passou mesmo, embora eu ache que o Dante não devia parecer tão velho.
Segundo informações divulgadas na Famitsu, os eventos do jogo são guiados por dois fatores: acontecimentos no mundo demoníaco, e no mundo humano. Talvez jogaremos com ele no mundo demoníaco, já que foi confirmado que ele deixou alguém para trás naquele lugar. Especula-se que o terceiro personagem, por enquanto chamado apenas de "V", possa ser um filho do Dante, já que o Vergil teve o dele... Bom, é um pouco estranho imaginar que o Dante teve um filho com alguma demônia, não pode ter sido com a Lady, nem com Trish nem Lucia. Primeiro que nenhuma delas foi presa com o Dante naquele mundo. Segundo, o Dante nunca tentou realmente avançar em alguma delas, e a Trish é um clone da mãe dele, ele seria incapaz de fazer isso com ela, eu acho. Mas, se foi dito que ele deixou alguém para trás, isso implica que esse alguém era importante para ele, você não se refere dessa forma a alguém que é um inimigo não é? Até onde eu sei, deixar para trás significa uma distância de algo ou alguém contra a vontade, porém necessária.
Acho bem provável que isso tudo se passe após DMC 2, para apagar esse jogo ruim de final tosco.
Agora, ao terceiro personagem jogável.
Alguns acham que ele pode ser o protagonista de Shin Megami Tensei: Nocturne, game onde o Dante faz uma participação e que foi dirigido por alguém que também gosta de DMC. Os pontos que encontraram em comum foi o fato do personagem de Nocturne poder invocar demônios, coisa que foi revelado que o misterioso personagem de DMC 5 também faz. Fora as tatuagens, que embora sejam diferentes, o estilo de se tatuar todo nos braços é parecido.
Além disso, em Nocturne, Dante aparece com o visual de DMC 2, e como DMC 5 certamente se passa após ele...
Por mais maluca que essa teoria possa parecer, ela até faz sentido em certos pontos. Pode ser, mas também pode ser apenas uma referência ao jogo, já que um quinto Shin Megami Tensei está em produção.
Há quem diga também que ele possa ser um lobisomem, por um verso da música tema Devil Trigger onde diz:
"When the night ends, it's not over
Weave right through to get closer
Like a silver bullet piercing through"
A menção a uma bala de prata foi o motivo disso. Não é absurdo, já tivemos uma vampira em DMC 3...
O que também põe mais dúvidas no ar: se esses três serão os principais, qual será o papel de Vergil nessa estória? Certamente ele será jogável, mas o que será que ele quer, além de MORE POWER é claro? O moço já tentou ter todo o poder de Sparda, o que o impediria de tentar sugar uma árvore demoníaca também?
Por isso imagino o quão poderoso o novo demônio inimigo deve ser, já que pode ser que os personagens lutem juntos no final, já que na capa do jogo os três estão indo em direção à árvore. E é provável também que Vergil entre na briga, como fez em DMC 3. Se isso for acontecer mesmo, imaginem que porradaria maravilhosa vai ser: Dante, Vergil, Nero e V contra o demônio e sabe lá o que mais.
De resto, só tenho que elogiar os gráficos fotorrealísticos do jogo, feitos com modelos escaneados, até das roupas do Nero. Foi uma modernização bem vinda para atualizar a série.
E é isso mortais. Torçamos para que seja um bom jogo, que honre tudo que DMC é e que nos brinde com finais decentes para os personagens.
Hoje decidi comentar sobre o trailer de DMC 5, comentar o que eu acho, teorias e etc.
O trailer começa com o Morrison (que não sei porque diabos virou negro. SJWzisse chegando em DMC? socorro) comentando "Já nos conhecemos há muito tempo. Você nunca teve um problema como esse. Vai conseguir?".
É provável que seja um diálogo com o Dante, afinal ele é o cara que arruma trabalho para o Dante no anime, além de ser quem ele realmente conhece há muito tempo. Não acho que ele possa estar falando com o Nero porque o garoto está no ramo há pouco tempo.
Em seguida, vemos uma van dirigida por uma nerd alucinada, e rapidamente vemos Nero no banco do carona, com os cabelos bem mais curtos.
Eu juro por Deus que nesse momento eu realmente achei que fosse o Dante do reboot, o que quase me fez sair durante o dia para sofrer a imolação do sol.
Ouvimos algo que certamente é um noticiário, onde um cara desesperado fala que "Redgrave foi completamente tomada". E outra dizendo que tudo é um teste dos céus, algo assim. E em seguida, veio o momento que me trouxe alívio e felicidade:
A maravilhosa Red Queen, foi aí que percebi que esse rapaz era de fato o Nero. E notem a cara de "vocês tão fudido na minha mão agora". Palmas para a animação desse jogo.
Em seguida, a moça começa a atropelar os demônios na rua, faz uma curva fechada que arremessa a van e Nero decide que é hora de ser um mito e pula pela janela, atirando nos demônios enquanto cai.
E termina voltando pra van. Palmas, palmas.
Em seguida Nero exibe sua prótese.
Podemos ver logo de cara que solta um impulso de energia que afasta os inimigos próximos
Disparar o punho e puxar os inimigos com um cabo, congelar um inimigo no tempo e deve ter mais funções também que ainda não foram mostradas.
Nero tem seu braço decepado por essa figura encapuzada que certamente é Vergil, o motivo pelo qual ele está com uma prótese.
E o trailer termina com Nero dizendo que vai acertar as contas com quem arrancou o braço dele. E por fim ele é mostrado de frente para uma árvore demoníaca que brotou na cidade.
E logo em seguida temos uma agradável surpresa.
Nosso tão amado caçador, Dante retorna, com um visual bem mais velho.
E agora sim o trailer acabou, então vamos tentar analisar um pouco.
Só avisando que o game está puxando coisas das novels, o que complica para nós porque até onde sei as novels não foram lançadas no Brasil, nem o mangá.
Bom, vamos lá. Durante o diálogo do Morrison, vemos demônios atacando a cidade enquanto o exército tenta combatê-los.
Foi bom isso ser mostrado, para dar mais vida ao mundo do jogo, pois em DMC 3, vimos uma torre gigante brotar no centro da cidade, engolindo um monte de casas e não vemos reação de ninguém, a cidade do jogo parecia deserta. Aliás, o local foi chamado de "Red Grave", que nada mais é que um nome falso que o Dante adotou na primeira novel: Tony Redgrave.
Na verdade, o mundo da série é mais explorado nas outras mídias, como em novels e no anime onde aparições demoníacas parecem ser algo comum nesse mundo, já que existem caçadores de demônios profissionais, ao contrário do que o primeiro até o terceiro jogo faziam parecer, com apenas Dante caçando, e depois a Lady também.
Logo após isso, vemos um demônio que aparenta ser o principal antagonista.
Ele é mostrado invocando algo (provavelmente demônios) e foi ele quem invocou a tal árvore que aparece atrás dele na mesma cena, o que já dá uma demonstração do seu poder.
Não é mostrado mais nada sobre ele, mas certamente é um inimigo muito poderoso, talvez até mais do que Mundus, para exigir a presença dos três personagens, ou quem sabe quatro. Calma, já explico esses números. Ou não... Como ele foi mostrado logo no início do trailer, talvez ele não seja o vilão maior do jogo, talvez a tal árvore demoníaca sirva para "alimentar" algum demônio em especial que precisa de energia para ressurgir... Quem seria?
Havia uns boatos de que podia ser Lúcifer. Já pensaram que louco?
Em seguida vemos Nero na van com o neon da Devil May Cry dado a ele pelo Dante em algum momento antes de DMC 5. Com isso, Nero abriu sua própria filial da Devil May Cry, com a diferença de que a sua base é móvel. Sim, a van é a base móvel do Nero e sua Devil May Cry.
Aí vemos o bichão:
Nero:
Apesar de lembrar um pouco o Dante do reboot, o visual está ótimo, deixou Nero mais machão. Além disso, a mudança no cabelo foi para que ele ficasse parecido com Vergil, para melhor explorar a questão de ele ser filho de Vergil.Sim, ele é filho do Vergil, isso foi revelado em um artbook.
E ele diz que vai acertar as contas com ele, será que podemos esperar uma pancadaria entre Nero e Vergil?
Nico:
Tá, parece uma estudante de faculdade pública esquerdista militante de algo que não presta, mas ok. Depois de ver DmC Devil May Cry sabemos que podia ter sido pior.
Ela é neta de Nell Goldstein, uma personagem da primeira novel, dona de uma loja de armas customizadas, sendo ela a criadora das famosas Ebony e Ivory, as inseparáveis pistolas do Dante.
Nico foi quem criou a prótese do Nero, o que indica que ela continuou o trabalho da avó. E é provável que ela seja a lojinha do jogo, já que como tudo indica, ela vai customizar as coisas, pelo menos para o Nero (pode ver algumas ferramentas em um suporte preso na cintura dela).
Aí entramos na especulação de que não veremos orbs vermelhas, já que não faria sentido pagá-la com isso. Mas, para Dante isso talvez possa se manter, e quem sabe para o terceiro personagem.
Após alguns momentos da moça se gabando do braço mecânico, uma cena dela exigindo que o Nero pague primeiro pra depois ela dar o braço, Nero enfrentando um chefe, vem uma cena importante:
Vergil:
O cara encapuzado que decepou o braço do Nero. Podemos ver parte do rosto dele aí, e lembra a forma corrompida do Vergil. Só pode ser ele, afinal quem mais teria interesse no braço do Nero, senão o próprio, já que parte do poder dele estava ali. Além disso, a primeira pessoa que vazou a informação de que DMC5 estava sendo feito foi Daniel Southworth, o ator de voz e movimentos de Vergil, quem mais ele interpretaria senão o Vergil?Agora, cabe a nós ficarmos teorizando como Vergil ainda está vivo. Ele aparentou ter sido destruído em DMC1, mas ele pode simplesmente ter sumido, e ficado longe para se recuperar, afinal quem sabe quanto tempo ele passou controlado por Mundus. Afinal de contas, Vergil é um cara extremamente apelão para ser morto desse jeito. Talvez eu faça um post explicando porque Dante e Vergil são os personagens mais poderosos dos games, talvez apenas o Asura emparelhando com eles.
E nessa mesma cena, ouvimos Nero gritando "Kyrie, get back inside now". Será que aconteceu algo com ela? Talvez não, pois Nero estava agindo normalmente no trailer, e se ela tivesse morrido ou quase, Nero estaria com muito mais sangue nos olhos porque ele é muito mais emotivo do que Dante, a perda dela certamente o deixaria muito transtornado. Apenas vejam em DMC 4 o quão rápido ele sai de um quase choro pra raiva intensa por causa dela.
Agora vamos ao Dante, que é sobre quem mais queremos saber.
Dante:
No final de DMC 2, Dante termina andando de moto no mundo demoníaco, onde ficou preso, o que possivelmente já liga os dois jogos. E dada a aparência mais velha de Dante, é bem possível que ele tenha ficado muitos anos preso no mundo demoníaco, afinal, lembrem-se que Dante conheceu Nell Goldstein, e agora vimos a neta dela. Muito tempo se passou mesmo, embora eu ache que o Dante não devia parecer tão velho.
Segundo informações divulgadas na Famitsu, os eventos do jogo são guiados por dois fatores: acontecimentos no mundo demoníaco, e no mundo humano. Talvez jogaremos com ele no mundo demoníaco, já que foi confirmado que ele deixou alguém para trás naquele lugar. Especula-se que o terceiro personagem, por enquanto chamado apenas de "V", possa ser um filho do Dante, já que o Vergil teve o dele... Bom, é um pouco estranho imaginar que o Dante teve um filho com alguma demônia, não pode ter sido com a Lady, nem com Trish nem Lucia. Primeiro que nenhuma delas foi presa com o Dante naquele mundo. Segundo, o Dante nunca tentou realmente avançar em alguma delas, e a Trish é um clone da mãe dele, ele seria incapaz de fazer isso com ela, eu acho. Mas, se foi dito que ele deixou alguém para trás, isso implica que esse alguém era importante para ele, você não se refere dessa forma a alguém que é um inimigo não é? Até onde eu sei, deixar para trás significa uma distância de algo ou alguém contra a vontade, porém necessária.
Acho bem provável que isso tudo se passe após DMC 2, para apagar esse jogo ruim de final tosco.
Agora, ao terceiro personagem jogável.
V:
O cara à direita do Nero. Não temos nada sobre ele, mas há uma teoria que parece muito absurda, mas que tem fundamentos.Alguns acham que ele pode ser o protagonista de Shin Megami Tensei: Nocturne, game onde o Dante faz uma participação e que foi dirigido por alguém que também gosta de DMC. Os pontos que encontraram em comum foi o fato do personagem de Nocturne poder invocar demônios, coisa que foi revelado que o misterioso personagem de DMC 5 também faz. Fora as tatuagens, que embora sejam diferentes, o estilo de se tatuar todo nos braços é parecido.
Além disso, em Nocturne, Dante aparece com o visual de DMC 2, e como DMC 5 certamente se passa após ele...
Por mais maluca que essa teoria possa parecer, ela até faz sentido em certos pontos. Pode ser, mas também pode ser apenas uma referência ao jogo, já que um quinto Shin Megami Tensei está em produção.
Há quem diga também que ele possa ser um lobisomem, por um verso da música tema Devil Trigger onde diz:
"When the night ends, it's not over
Weave right through to get closer
Like a silver bullet piercing through"
A menção a uma bala de prata foi o motivo disso. Não é absurdo, já tivemos uma vampira em DMC 3...
O que também põe mais dúvidas no ar: se esses três serão os principais, qual será o papel de Vergil nessa estória? Certamente ele será jogável, mas o que será que ele quer, além de MORE POWER é claro? O moço já tentou ter todo o poder de Sparda, o que o impediria de tentar sugar uma árvore demoníaca também?
Por isso imagino o quão poderoso o novo demônio inimigo deve ser, já que pode ser que os personagens lutem juntos no final, já que na capa do jogo os três estão indo em direção à árvore. E é provável também que Vergil entre na briga, como fez em DMC 3. Se isso for acontecer mesmo, imaginem que porradaria maravilhosa vai ser: Dante, Vergil, Nero e V contra o demônio e sabe lá o que mais.
De resto, só tenho que elogiar os gráficos fotorrealísticos do jogo, feitos com modelos escaneados, até das roupas do Nero. Foi uma modernização bem vinda para atualizar a série.
E é isso mortais. Torçamos para que seja um bom jogo, que honre tudo que DMC é e que nos brinde com finais decentes para os personagens.
domingo, 24 de junho de 2018
Sugestões de livros sobre vampiros.
Boa noite.
Estava arrumando minha estante, e achei bom mostrar aqui alguns livros sobre o meu povo, para você que possa ter lido Crepúsculo e assistido aos filmes e não conhece bem como vampiros realmente deveriam ser. Ou para você que possa ter gostado de Crepúsculo, conhecer leituras mais legais sobre o tema.
Sonho Febril, de George R.R Martin.
A estória se passa no século XIX, abordando a era dos barcos a vapor. Aqui conhecemos o capitão Abner Marsh, um experiente homem do rio, dono de uma companhia de barcos, que acabou perdendo a maioria deles em um inverno rigoroso. Algum tempo após isso, ele recebe uma proposta de sociedade de Joshua Anton York, um homem de posses e misterioso, tendo hábitos estranhos. Abner até estranha o homem se interessar pela sua companhia arruinada, mas cede mediante a proposta de receber fundos para construir o barco dos seus sonhos, servindo aos propósitos de ambos.
É um dos livros mais legais que já li, traz o arquétipo clássico de vampiro que todos gostamos: um aristocrata, homem de negócios, com boa conversa e carismático. George explicou o vampiro de maneira mais natural, sem usar do sobrenatural e o resultado foi um ser que poderia muito bem existir. Digo, existir para vocês, humanos descrentes e materialistas.
Enfim, se você gosta do tema, este livro deve constar na sua estante. Leia e garanto que irá gostar.
Sétimo, do André Vianco.
Continuação de Os Sete. O Sétimo vampiro desperta no Brasil após 500 anos e decide se habituar aos costumes modernos, se misturar bem e montar um exército de vampiros para tomar o país em em seguida o que vier. Chega a se declarar o ser mais poderoso da Terra, e para combatê-lo, virão os caçadores humanos e outros vampiros.
Por mais que soe estranho um vampiro no Brasil, até que funciona bem, podem acreditar. E ah, a porrada come. Os vampiros aqui são mostrados como seres bastante poderosos efortes, causando danos terríveis às pessoas com as mãos vazias.
E no início, é engraçado ver Sétimo curioso com todas as novidades ao redor. Ele vê um ônibus e pensa que o condutor abria a porta com magia.
Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice.
Um jovem repórter entrevista Louis de Pointe du Lac, um vampiro que decide contar sua história, talvez para ensinar o quanto valem as pequenas coisas da vida, e a própria vida, a mortalidade.
Aqui temos novamente o arquétipo do vampiro aristocrata e carismático, principalmente da parte de Lestat, um vampiro muito cínico e até divertido eu diria. Muitas das coisas que ele diz quando Louis questiona a natureza dos vampiros chegam a ser cômicas só pelo tom áspero das respostas, acabando com as esperanças de Louis. Lestat é como aquele seu amigo que costuma dar respostas irônicas quando você faz uma pergunta besta.
Vampiros questionando sua existência da mesma maneira que as pessoas questionam as suas. Na época em que foi lançado, acredito que não havia estórias de vampiros em que esse lado era mostrado, e esse é o ponto deste livro.
Os mais recomendados entre os fãs são os três primeiros. Existem outros, mas não os li, e alguns dizem que esses outros tiveram um foco relativamente grande em erotismo, e eu particularmente não curto isso, acho meio desnecessário. Uma coisa é dizer ou deixar subentendido que dois personagens se relacionaram, outra é descrever o diacho da cena. Não sei se foi isso que aconteceu, mas é o que penso sobre cenas assim.
E não deixe de conferir a graphic novel do livro, contada sob o ponto de vista da Claudia.
A arte é espetacular! Uma mistura de mangá com barroco e o tom de sépia com o qual todas as páginas foram feitas dão todo o climão de século XIX. A única coisa colorida é o sangue. E tudo é ricamente detalhado.
Herdeiros de Drácula, por Richard Dalby
Este é um compilado de contos raros sobre vampiros. Aqui você encontrará coisas da velha guarda mesmo. Árvore vampira, vampiros que realmente têm aparência de mortos vivos, contos com seres vampíricos bizarros em alguns deles, diferentes do que você está acostumado a ver. O vampiro aristocrata mal aparece aqui. Há até um conto feito por Sir Arthur Conan Doyle.
Por fim, mas não menos importante... Drácula! de Bram Stoker.
Este é o livro que popularizou bastante (não começou, pois o mérito disso vai para The Vampyre, de John Polidori) o arquétipo do vampiro que conhecemos e consolidado por seus intérpretes no cinema, como Bela Lugosi. Quantas vezes você já viu um vampiro de terno usando uma capa e etc? Pois é, Bela Lugosi. Drácula é a base de praticamente tudo sobre vampiros que veio depois.
Resumidamente, Jonathan Harker vai até o castelo do Drácula tratar sobre propriedades que o mesmo pretendia adquirir. Inicialmente um anfitrião gentil, logo ele prende Jonathan para aprender com ele o necessário para estar na Inglaterra e, ao chegar lá, aterroriza pessoas próximas à Jonathan até o professor Van Helsing começar a investigar.
Tudo é relatado através de cartas e diários, então pode ficar cansativo, mas é bom.
Enfim, é isso. Até logo, mortais.
Estava arrumando minha estante, e achei bom mostrar aqui alguns livros sobre o meu povo, para você que possa ter lido Crepúsculo e assistido aos filmes e não conhece bem como vampiros realmente deveriam ser. Ou para você que possa ter gostado de Crepúsculo, conhecer leituras mais legais sobre o tema.
Sonho Febril, de George R.R Martin.
A estória se passa no século XIX, abordando a era dos barcos a vapor. Aqui conhecemos o capitão Abner Marsh, um experiente homem do rio, dono de uma companhia de barcos, que acabou perdendo a maioria deles em um inverno rigoroso. Algum tempo após isso, ele recebe uma proposta de sociedade de Joshua Anton York, um homem de posses e misterioso, tendo hábitos estranhos. Abner até estranha o homem se interessar pela sua companhia arruinada, mas cede mediante a proposta de receber fundos para construir o barco dos seus sonhos, servindo aos propósitos de ambos.
É um dos livros mais legais que já li, traz o arquétipo clássico de vampiro que todos gostamos: um aristocrata, homem de negócios, com boa conversa e carismático. George explicou o vampiro de maneira mais natural, sem usar do sobrenatural e o resultado foi um ser que poderia muito bem existir. Digo, existir para vocês, humanos descrentes e materialistas.
Enfim, se você gosta do tema, este livro deve constar na sua estante. Leia e garanto que irá gostar.
Sétimo, do André Vianco.
Continuação de Os Sete. O Sétimo vampiro desperta no Brasil após 500 anos e decide se habituar aos costumes modernos, se misturar bem e montar um exército de vampiros para tomar o país em em seguida o que vier. Chega a se declarar o ser mais poderoso da Terra, e para combatê-lo, virão os caçadores humanos e outros vampiros.
Por mais que soe estranho um vampiro no Brasil, até que funciona bem, podem acreditar. E ah, a porrada come. Os vampiros aqui são mostrados como seres bastante poderosos efortes, causando danos terríveis às pessoas com as mãos vazias.
E no início, é engraçado ver Sétimo curioso com todas as novidades ao redor. Ele vê um ônibus e pensa que o condutor abria a porta com magia.
Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice.
Um jovem repórter entrevista Louis de Pointe du Lac, um vampiro que decide contar sua história, talvez para ensinar o quanto valem as pequenas coisas da vida, e a própria vida, a mortalidade.
Aqui temos novamente o arquétipo do vampiro aristocrata e carismático, principalmente da parte de Lestat, um vampiro muito cínico e até divertido eu diria. Muitas das coisas que ele diz quando Louis questiona a natureza dos vampiros chegam a ser cômicas só pelo tom áspero das respostas, acabando com as esperanças de Louis. Lestat é como aquele seu amigo que costuma dar respostas irônicas quando você faz uma pergunta besta.
Vampiros questionando sua existência da mesma maneira que as pessoas questionam as suas. Na época em que foi lançado, acredito que não havia estórias de vampiros em que esse lado era mostrado, e esse é o ponto deste livro.
Os mais recomendados entre os fãs são os três primeiros. Existem outros, mas não os li, e alguns dizem que esses outros tiveram um foco relativamente grande em erotismo, e eu particularmente não curto isso, acho meio desnecessário. Uma coisa é dizer ou deixar subentendido que dois personagens se relacionaram, outra é descrever o diacho da cena. Não sei se foi isso que aconteceu, mas é o que penso sobre cenas assim.
E não deixe de conferir a graphic novel do livro, contada sob o ponto de vista da Claudia.
A arte é espetacular! Uma mistura de mangá com barroco e o tom de sépia com o qual todas as páginas foram feitas dão todo o climão de século XIX. A única coisa colorida é o sangue. E tudo é ricamente detalhado.
Herdeiros de Drácula, por Richard Dalby
Este é um compilado de contos raros sobre vampiros. Aqui você encontrará coisas da velha guarda mesmo. Árvore vampira, vampiros que realmente têm aparência de mortos vivos, contos com seres vampíricos bizarros em alguns deles, diferentes do que você está acostumado a ver. O vampiro aristocrata mal aparece aqui. Há até um conto feito por Sir Arthur Conan Doyle.
Por fim, mas não menos importante... Drácula! de Bram Stoker.
Este é o livro que popularizou bastante (não começou, pois o mérito disso vai para The Vampyre, de John Polidori) o arquétipo do vampiro que conhecemos e consolidado por seus intérpretes no cinema, como Bela Lugosi. Quantas vezes você já viu um vampiro de terno usando uma capa e etc? Pois é, Bela Lugosi. Drácula é a base de praticamente tudo sobre vampiros que veio depois.
Resumidamente, Jonathan Harker vai até o castelo do Drácula tratar sobre propriedades que o mesmo pretendia adquirir. Inicialmente um anfitrião gentil, logo ele prende Jonathan para aprender com ele o necessário para estar na Inglaterra e, ao chegar lá, aterroriza pessoas próximas à Jonathan até o professor Van Helsing começar a investigar.
Tudo é relatado através de cartas e diários, então pode ficar cansativo, mas é bom.
Enfim, é isso. Até logo, mortais.
DmC: Devil May Cry. Por que nós não gostamos.
Bom dia mortais.
"Ah Orpheus como é que você tá acordado durante o dia e não tá morrendo?". Estou trancado em casa.
Bem, recentemente Devil May Cry 5 foi anunciado e foi uma das melhores notícias que já tive em toda minha eternidade, afinal foram 10 anos desde DMC 4 e o jogo vai sair no ano que vem. Esse tempo todo poderia ter sido bem aproveitado, se não fosse por um incidente em 2010:
"Orpheus Orpheus, saiu um trailer de DMC 5, só que o Dante virou emo, tá com o cabelo preto".
Eu pensei "Cabelo preto? Ah não deve estar feio não". Eu simplesmente imaginei o Dante com o cabelo preto, como existe em alguns mods por aí. Mas, quando procurei o trailer na internet, me deparei com isto.
" O que, em nome de Deus, é isto?" Foi minha reação.
E seguiu-se o trailer onde vemos esse ser carinhosamente apelidado de "Donte" ou "Dino" matando alguns demônios que parecem bonecas de porcelana descascando.
Agora, a primeira coisa que eu não gostei, e imagino que os outros também não:
"Ain, si fossi legalizadu, nhum haviria tráficu"
Tá bom. Só para constar, volta e meia alguém é preso na fronteira contrabandeando cigarros, que é uma coisa que você encontra facilmente em um mercadinho qualquer no seu bairro e é LEGALIZADO! Ou vocês acham que, caso fosse legalizada, o traficante não iria vender mais barato ou conseguir contato para vender na loja e lavar o dinheiro dele?
E esse Dante é anarquista sim. No final do jogo, Vergil comenta que eles deveriam reinar, porque os humanos precisam de proteção não apenas de ameaças externas mas deles mesmos. E isso é verdade. As pessoas precisam ser guiadas, tudo precisa ser guiado: pessoas, empresas, países. A ORDEM precisa existir, sem ela, só há caos. Dante queria que as pessoas fizessem o que bem quisessem. É como o que aquela Faith do Mirror's Edge fala sobre como era a cidade dela: "suja e perigosa, mas viva". Quer dizer, ela prefere a cidade cheia de bandidos, pelo menos era democrática.
Pelo que sei sobre anarquismo, ele é praticamente a mesma coisa que o comunismo: quer uma sociedade igual em todas áreas, acabar com privatizações e vir com essa lenga-lenga de sempre de que tudo vai ser feito de acordo com as necessidades da sociedade, e todos viverão felizes para sempre em uma sociedade utópica.
Os países por onde o comunismo passou, ou ainda está instalado, em sua maioria estão uma merda.
E os países anarquistas? Ah é, não existem.
Enfim, deixa eu passar pro próximo motivo antes que eu fique nervoso e comece a sugar sangue de todo mundo.
Em uma cidade controlada por poderosos endinheirados, apenas uma alma tem consciência da verdade e luta sozinha contra o capitalismo opressor que controla as pessoas, viva a revolução!
Se não fosse pela presença de demônios, o Dante desse jogo podia muito bem ser um revolucionário leitor de Marx. Poxa, já vimos esse conceito várias vezes. Há filmes medievais por exemplo que têm isso, alguns tem uma trama bem elaborada que vai muito além de um tirano opressor, mas DmC ficou nesse ponto básico: um capitalista opressor ferra todo mundo e um revolucionário quer acabar com isso. Nisso vem outro ponto chato desse Dante: rebeldia contra o sistema. Que é outra coisa que muita gente meio que se cansou hoje em dia, pelo tanto de esquerdistas com esse discurso.
O Dante clássico era rebelde sim, mas ele demonstrava isso através da sua atitude cínica frente aos acontecimentos que o rodeavam, o pouco caso que fazia dos desafios, o desprezo aos demônios mais poderosos e sua disposição ao bom combate. A rebeldia do Dante, ao meu ver, parecia ser mais voltada aos golpes da própria vida. Alguém que perdeu a mãe e o irmão para os demônios ainda criança poderia ser alguém extremamente amargurado e cheio de rancor, mas ele ri, tira sarro e dá pouca importância às coisas ruins que vão lhe acontecendo. Porém, quando a situação pedia, Dante mostrava que era sim um cara maduro e que se importa de verdade com o bem dos outros (basta ver como ele se comoveu com o sofrimento da Lady e como ele diz que percebia o que era importante por causa dela. Talvez ela o fizesse lembrar da Nell Goldstein, como já ouvi dizerem). Na minha opinião, Dante seria do tipo que diria que faz limonada com os limões que ganha da vida hahahaha.
Agora o Dante do DmC mostra rebeldia enchendo a cara, pegando duas garotas ao mesmo tempo e atendendo a porta pelado (o que é bem ridículo e ele já estava sóbrio) e falando palavrão. Atitudes de pessoas vazias que buscam alguma coisa na bebida ou sexo. Tudo bem que todos falam palavrão, é normal, mas o Dante clássico conseguia ser rebelde sem soltar um único xingamento.
Aliás, um game criticando capitalismo é uma coisa bem hipócrita ao meu ver...
E o design do Dante...
Isso está ligado ao conceito de drogado que já mencionei. Não sei vocês, mas para mim é visível que as roupas dele são sujas, bem como o próprio. Pode até ser pelo gráfico do jogo, mas tanto o Dante quanto sua vestimenta parecem sujos. E o mais provável é que sejam assim mesmo, afinal o Dante aí é mostrado como alguém meio desleixado. Se fosse desgaste após um combate, legal, mas não.
E as cores também são estranhas. Desbotadas, opacas, olhando de longe, parece que o casaco e a calça são uma coisa só, parecem ter quase a mesma cor.
Cara desleixado, aparência de drogado, roupas sujas e ferradas. Não preciso me estender com isso.
E é importante ressaltar que isso é culpa da capcom. A Ninja Theory teria criado bons designs modernizados, por exemplo:
Poxa, olha o primeiro à esquerda. É o Nathan Drake do inferno, um cara com aparência de soldado. O do meio tá ok, e o último tem roupas bem legais, apesar do rosto meio diferente. Qualquer um desses é bem melhor que o que ficou no jogo, que foi pedido pela capcom ok? Acredito que se deixasse pela Ninja Theory, não teria saído uma coisa tão tosca.
E agora vem um caso que pode fazer um fã da série chorar: Sparda.
Só de olhar, você já vê a imponência. E quando começa o DMC 1, já vem uma introdução falando de como Sparda era o demônio mais poderoso e como ele criou um senso de justiça e se rebelou contra o inferno e o imperador Mundus.
SOZINHO!
Sparda sozinho derrotou todas as legiões infernais e o próprio imperador do inferno. Não há mais nada a comentar.
Palmas também para sua forma humana. Ele tem aspecto daqueles vampiros aristocráticos, ou de algum estudioso do sobrenatural, algo como Abraham Van Helsing + Drácula.
Agora o que DmC fez com o demônio mais poderoso?
O fez ser apenas um homem com chifres... Que foi capturado e está sendo torturado no inferno. Quando você se lembra do demônio de espírito virtuoso que derrotou o inferno sozinho, é de dar nojo.
Sem contar que o Mundus desse jogo nem de longe é poderoso como o original. Um vampiro criado na era moderna, sem praticamente traço algum do sangue de Caim já seria capaz de derrotá-lo...
Por fim, o motivo maior:
E deu no que deu: o reboot vendeu bem menos. Devil May Cry 4 Special Edition ainda vendeu mais que o reboot, para vocês terem uma ideia. Ajudou a aumentar bastante o bolso da capcom.
Digam o que quiserem, mas não havia razões plausíveis para esse reboot. 2 milhões de unidades nem de longe é algo insignificante. A série se mantém de pé com facilidade, graças aos fãs leais conquistados por DMC 3 e 4, prova disso foi o sucesso do DMC4: SE.
E mesmo com tudo isso, o principal argumento de quem gostou do reboot contra os críticos é "ain tudo isso só porque o cabelo dele não tá branco".
Quem sabe agora, com DMC 5 a capcom tenha aprendido a respeitar mais os fãs.
"Ah Orpheus como é que você tá acordado durante o dia e não tá morrendo?". Estou trancado em casa.
Bem, recentemente Devil May Cry 5 foi anunciado e foi uma das melhores notícias que já tive em toda minha eternidade, afinal foram 10 anos desde DMC 4 e o jogo vai sair no ano que vem. Esse tempo todo poderia ter sido bem aproveitado, se não fosse por um incidente em 2010:
"Orpheus Orpheus, saiu um trailer de DMC 5, só que o Dante virou emo, tá com o cabelo preto".
Eu pensei "Cabelo preto? Ah não deve estar feio não". Eu simplesmente imaginei o Dante com o cabelo preto, como existe em alguns mods por aí. Mas, quando procurei o trailer na internet, me deparei com isto.
" O que, em nome de Deus, é isto?" Foi minha reação.
E seguiu-se o trailer onde vemos esse ser carinhosamente apelidado de "Donte" ou "Dino" matando alguns demônios que parecem bonecas de porcelana descascando.
Agora, a primeira coisa que eu não gostei, e imagino que os outros também não:
Dante punk, anarquista drogado.
No trailer, só o víamos fumando um cigarro normal, mas a aparência dele era de alguém que só fuma cigarro? Pois é. Muitas pessoas não gostam de drogas e gostam menos ainda da glamourização das drogas. Sim, glamourização, porque não é de hoje que existem seres que acham que não apenas fumar maconha, mas usar quaisquer drogas é ser descolado, é estiloso e por isso o Dante fumando. Muitos não gostam, eu detesto e se você já estiver pensando em dizer que quem usa drogas não está me fazendo mal algum e que "se não gosta, não use", coloque essa ervilha dentro do seu crânio para funcionar por três segundos e me diga: como os criminosos que mexem com drogas têm o poder que têm? Os mesmos que usam fuzis de guerra para matar pais de família, matar gente inocente por aí, com que dinheiro compraram as armas para cometer seus crimes? Pois é. Eu não gosto de drogados por isso, e muita gente não gosta pelo mesmo motivo, e por isso não gostamos desse Dante fumante."Ain, si fossi legalizadu, nhum haviria tráficu"
Tá bom. Só para constar, volta e meia alguém é preso na fronteira contrabandeando cigarros, que é uma coisa que você encontra facilmente em um mercadinho qualquer no seu bairro e é LEGALIZADO! Ou vocês acham que, caso fosse legalizada, o traficante não iria vender mais barato ou conseguir contato para vender na loja e lavar o dinheiro dele?
E esse Dante é anarquista sim. No final do jogo, Vergil comenta que eles deveriam reinar, porque os humanos precisam de proteção não apenas de ameaças externas mas deles mesmos. E isso é verdade. As pessoas precisam ser guiadas, tudo precisa ser guiado: pessoas, empresas, países. A ORDEM precisa existir, sem ela, só há caos. Dante queria que as pessoas fizessem o que bem quisessem. É como o que aquela Faith do Mirror's Edge fala sobre como era a cidade dela: "suja e perigosa, mas viva". Quer dizer, ela prefere a cidade cheia de bandidos, pelo menos era democrática.
Pelo que sei sobre anarquismo, ele é praticamente a mesma coisa que o comunismo: quer uma sociedade igual em todas áreas, acabar com privatizações e vir com essa lenga-lenga de sempre de que tudo vai ser feito de acordo com as necessidades da sociedade, e todos viverão felizes para sempre em uma sociedade utópica.
Os países por onde o comunismo passou, ou ainda está instalado, em sua maioria estão uma merda.
E os países anarquistas? Ah é, não existem.
Enfim, deixa eu passar pro próximo motivo antes que eu fique nervoso e comece a sugar sangue de todo mundo.
Conceito de estória já meio manjado.
Em uma cidade controlada por poderosos endinheirados, apenas uma alma tem consciência da verdade e luta sozinha contra o capitalismo opressor que controla as pessoas, viva a revolução!
Se não fosse pela presença de demônios, o Dante desse jogo podia muito bem ser um revolucionário leitor de Marx. Poxa, já vimos esse conceito várias vezes. Há filmes medievais por exemplo que têm isso, alguns tem uma trama bem elaborada que vai muito além de um tirano opressor, mas DmC ficou nesse ponto básico: um capitalista opressor ferra todo mundo e um revolucionário quer acabar com isso. Nisso vem outro ponto chato desse Dante: rebeldia contra o sistema. Que é outra coisa que muita gente meio que se cansou hoje em dia, pelo tanto de esquerdistas com esse discurso.
O Dante clássico era rebelde sim, mas ele demonstrava isso através da sua atitude cínica frente aos acontecimentos que o rodeavam, o pouco caso que fazia dos desafios, o desprezo aos demônios mais poderosos e sua disposição ao bom combate. A rebeldia do Dante, ao meu ver, parecia ser mais voltada aos golpes da própria vida. Alguém que perdeu a mãe e o irmão para os demônios ainda criança poderia ser alguém extremamente amargurado e cheio de rancor, mas ele ri, tira sarro e dá pouca importância às coisas ruins que vão lhe acontecendo. Porém, quando a situação pedia, Dante mostrava que era sim um cara maduro e que se importa de verdade com o bem dos outros (basta ver como ele se comoveu com o sofrimento da Lady e como ele diz que percebia o que era importante por causa dela. Talvez ela o fizesse lembrar da Nell Goldstein, como já ouvi dizerem). Na minha opinião, Dante seria do tipo que diria que faz limonada com os limões que ganha da vida hahahaha.
Agora o Dante do DmC mostra rebeldia enchendo a cara, pegando duas garotas ao mesmo tempo e atendendo a porta pelado (o que é bem ridículo e ele já estava sóbrio) e falando palavrão. Atitudes de pessoas vazias que buscam alguma coisa na bebida ou sexo. Tudo bem que todos falam palavrão, é normal, mas o Dante clássico conseguia ser rebelde sem soltar um único xingamento.
Aliás, um game criticando capitalismo é uma coisa bem hipócrita ao meu ver...
Design horroroso.
O design desse jogo foi bem feio. O Limbo é cheio de cores fortes, uma cidade infernal para mim deveria ser mais sombria e construída de maneira a causar medo. O Limbo nesse jogo parece simplesmente um mundo paralelo qualquer de qualquer jogo com mundos paralelos.
E o design do Dante...
Isso está ligado ao conceito de drogado que já mencionei. Não sei vocês, mas para mim é visível que as roupas dele são sujas, bem como o próprio. Pode até ser pelo gráfico do jogo, mas tanto o Dante quanto sua vestimenta parecem sujos. E o mais provável é que sejam assim mesmo, afinal o Dante aí é mostrado como alguém meio desleixado. Se fosse desgaste após um combate, legal, mas não.
E as cores também são estranhas. Desbotadas, opacas, olhando de longe, parece que o casaco e a calça são uma coisa só, parecem ter quase a mesma cor.
Cara desleixado, aparência de drogado, roupas sujas e ferradas. Não preciso me estender com isso.
E é importante ressaltar que isso é culpa da capcom. A Ninja Theory teria criado bons designs modernizados, por exemplo:
Poxa, olha o primeiro à esquerda. É o Nathan Drake do inferno, um cara com aparência de soldado. O do meio tá ok, e o último tem roupas bem legais, apesar do rosto meio diferente. Qualquer um desses é bem melhor que o que ficou no jogo, que foi pedido pela capcom ok? Acredito que se deixasse pela Ninja Theory, não teria saído uma coisa tão tosca.
E agora vem um caso que pode fazer um fã da série chorar: Sparda.
Só de olhar, você já vê a imponência. E quando começa o DMC 1, já vem uma introdução falando de como Sparda era o demônio mais poderoso e como ele criou um senso de justiça e se rebelou contra o inferno e o imperador Mundus.
SOZINHO!
Sparda sozinho derrotou todas as legiões infernais e o próprio imperador do inferno. Não há mais nada a comentar.
Palmas também para sua forma humana. Ele tem aspecto daqueles vampiros aristocráticos, ou de algum estudioso do sobrenatural, algo como Abraham Van Helsing + Drácula.
Agora o que DmC fez com o demônio mais poderoso?
O fez ser apenas um homem com chifres... Que foi capturado e está sendo torturado no inferno. Quando você se lembra do demônio de espírito virtuoso que derrotou o inferno sozinho, é de dar nojo.
Sem contar que o Mundus desse jogo nem de longe é poderoso como o original. Um vampiro criado na era moderna, sem praticamente traço algum do sangue de Caim já seria capaz de derrotá-lo...
Por fim, o motivo maior:
Fazer reboot de uma série que não tinha sido concluída e que não andava mal.
E é um reboot sim. Ainda tem gente que acha que é um prequel, mas não. É um reboot desnecessário. Por que desnecessário? Porque a bendita capcom achou que a série precisava ser modernizada para fazer mais sucesso, alcançar um público maior. Isso depois de 2 MILHÕES de unidades vendidas de Devil May Cry 4 só no primeiro mês!!!! Qual era a necessidade de fazer essa porcaria???E deu no que deu: o reboot vendeu bem menos. Devil May Cry 4 Special Edition ainda vendeu mais que o reboot, para vocês terem uma ideia. Ajudou a aumentar bastante o bolso da capcom.
Digam o que quiserem, mas não havia razões plausíveis para esse reboot. 2 milhões de unidades nem de longe é algo insignificante. A série se mantém de pé com facilidade, graças aos fãs leais conquistados por DMC 3 e 4, prova disso foi o sucesso do DMC4: SE.
E mesmo com tudo isso, o principal argumento de quem gostou do reboot contra os críticos é "ain tudo isso só porque o cabelo dele não tá branco".
Quem sabe agora, com DMC 5 a capcom tenha aprendido a respeitar mais os fãs.
sábado, 23 de junho de 2018
Luca Turilli's Rhapsody
Boa noite mortais.
Nesta noite, decidi apresentar a minha banda favorita, que não é muuuito conhecida por aqui: Luca Turilli's Rhapsody.
Eles se denominam como "Metal Cinemático" pelo fato de trilhas sonoras de filmes serem grande influência para o Luca, um amante do cinema. Quando ouvirem, perceberão como se parece mesmo com músicas de filmes épicos.
Como o nome já entrega, ela foi formada pelo Luca Turilli após sair amigavelmente do Rhapsody of Fire (outra banda excelente, se não conhece vá ouvir e faça um favor a si mesmo haha) com Patrice Guers e Dominique Leurquin.
Ascending to Infinity foi o álbum de estreia, lançado em 2012.
O som é muito bom. Power Metal Sinfônico de qualidade, um vocalista de grandes capacidades, muita orquestra, coros, mas o legal mesmo são os temas, que foram justamente o que me fez ouvir a banda. Para que fique claro desde o início, já colocarei aqui um trecho da biografia da banda no site, escrito pelo próprio Luca:
"Nessas músicas, gosto de falar sobre ciência, metafísica, sobrenatural, dimensões paralelas, evolução espiritual, os mitos e lendas do planeta escondendo verdades cósmicas herméticas. Todos esses assuntos estão relacionados com uma fonte de inspiração básica e fundamental que eu definiria como evolução espiritual. Na minha experiência de vida eu sempre me senti atraído pelo que se esconde por trás do milagre da ciração. Eu sempre tentei encontrar uma resposta para todas as questões filosóficas comuns: de onde viemos, aonde vamos e qual o sentido de tudo isto, o que realmente se esconde além da ilusão de espaço e tempo, o que acontece após nossa morte física e tudo isso. Em particular, eu era muito interessado em entender mais sobre essa fonte original espiritual primordial que depois foi manipulada pelo homem, de forma mais ou menos sábia, e deu origem a todas as religiões. Eu comecei a encontrar as primeiras respostas importantes para este tipo de pergunta após alguns eventos particulares que aconteceram comigo e que mudaram minha visão de vida de uma vez por todas. A partir desse momento, principalmente graças a constante prática de yoga e meditação, comecei a explorar as possibilidades do cérebro humano e a relação entre o mundo material e a dimensão espiritual nos cercando, finalmente começando a entender aonde jaz a chave para a compreensão de todas as coisas."
Ele falou tudo aí. Se as palavras transcendência, espiritualidade, ocultismo, evolução espiritual e etc, despertam seu interesse, confira as músicas, pois além de um som de qualidade, verá letras bastante intrigantes para quem não conhece bem tais coisas. Colocarei algumas das minhas favoritas aqui. Primeiro, as do primeiro álbum:
Dark Fate of Atlantis.
https://www.youtube.com/watch?v=XFqOkq8ta8U
A música fala sobre a lendária Atlântida, seu desenvolvimento estrondoso e certamente rápido também, que culmina em uma nação poderosa e, de certa forma, próxima da divindade.
" Monumental growth, breaking rules of history".
Dante's Inferno
https://www.youtube.com/watch?v=cOypQtfZXXQ
Sobre A Divina Comédia, se bem que, por alguns versos da música, eu penso que tenha sido inspirada pelo jogo homônimo. Por exemplo: "One pure fate
True love devoured by hate". Eu li um pouco de A Divina Comédia há muito tempo, pelo que me lembro, já começa com Dante chegando ao inferno, se eu estiver errado alguém me corrija por favor. No game, porém, é mostrado que Beatrice foi parar no inferno pela conduta destrutiva do Dante, o que combina com esse verso.
E a última música do álbum, mas não a menos legal, pelo contrário, é a melhor dele.
https://www.youtube.com/watch?v=X7Q6b64xSdQ
Sobre a batalha entre o Arcanjo Miguel e Lúcifer, dentre outras coisas. Uma música grandiosa, com muita orquestra, o que casa perfeitamente com o tema de batalha entre anjos.
Agora, vou deixar uma do segundo álbum. O resto do ouro, procurem aí. xD
King Solomon and the 72 Names of God
https://www.youtube.com/watch?v=tZQsDhp5DgI
Luca Turilli certamente já estudou ou estuda Cabala, pois aqui ele fala de coisas presentes nesse misticismo, logo no início da música já mencionando os 4 mundos onde existe a Árvore da Vida: Atziluth, Beriah, Yetzirah e Asiyah e Ein Sof, que seria Deus, pelo que sei.
"The science of God".
Bem, é isso. Se você gosta de power metal, ouça a banda, é quase certo que você gostará. Se gosta do tema "oculto", aí é que deve dar uma conferida no material da banda. Se gosta de outros estilos de metal, bem, pode dar uma chance xD. Até a próxima, mortais.
Nesta noite, decidi apresentar a minha banda favorita, que não é muuuito conhecida por aqui: Luca Turilli's Rhapsody.
Eles se denominam como "Metal Cinemático" pelo fato de trilhas sonoras de filmes serem grande influência para o Luca, um amante do cinema. Quando ouvirem, perceberão como se parece mesmo com músicas de filmes épicos.
Como o nome já entrega, ela foi formada pelo Luca Turilli após sair amigavelmente do Rhapsody of Fire (outra banda excelente, se não conhece vá ouvir e faça um favor a si mesmo haha) com Patrice Guers e Dominique Leurquin.
Ascending to Infinity foi o álbum de estreia, lançado em 2012.
O som é muito bom. Power Metal Sinfônico de qualidade, um vocalista de grandes capacidades, muita orquestra, coros, mas o legal mesmo são os temas, que foram justamente o que me fez ouvir a banda. Para que fique claro desde o início, já colocarei aqui um trecho da biografia da banda no site, escrito pelo próprio Luca:
"Nessas músicas, gosto de falar sobre ciência, metafísica, sobrenatural, dimensões paralelas, evolução espiritual, os mitos e lendas do planeta escondendo verdades cósmicas herméticas. Todos esses assuntos estão relacionados com uma fonte de inspiração básica e fundamental que eu definiria como evolução espiritual. Na minha experiência de vida eu sempre me senti atraído pelo que se esconde por trás do milagre da ciração. Eu sempre tentei encontrar uma resposta para todas as questões filosóficas comuns: de onde viemos, aonde vamos e qual o sentido de tudo isto, o que realmente se esconde além da ilusão de espaço e tempo, o que acontece após nossa morte física e tudo isso. Em particular, eu era muito interessado em entender mais sobre essa fonte original espiritual primordial que depois foi manipulada pelo homem, de forma mais ou menos sábia, e deu origem a todas as religiões. Eu comecei a encontrar as primeiras respostas importantes para este tipo de pergunta após alguns eventos particulares que aconteceram comigo e que mudaram minha visão de vida de uma vez por todas. A partir desse momento, principalmente graças a constante prática de yoga e meditação, comecei a explorar as possibilidades do cérebro humano e a relação entre o mundo material e a dimensão espiritual nos cercando, finalmente começando a entender aonde jaz a chave para a compreensão de todas as coisas."
Ele falou tudo aí. Se as palavras transcendência, espiritualidade, ocultismo, evolução espiritual e etc, despertam seu interesse, confira as músicas, pois além de um som de qualidade, verá letras bastante intrigantes para quem não conhece bem tais coisas. Colocarei algumas das minhas favoritas aqui. Primeiro, as do primeiro álbum:
Dark Fate of Atlantis.
https://www.youtube.com/watch?v=XFqOkq8ta8U
A música fala sobre a lendária Atlântida, seu desenvolvimento estrondoso e certamente rápido também, que culmina em uma nação poderosa e, de certa forma, próxima da divindade.
" Monumental growth, breaking rules of history".
Dante's Inferno
https://www.youtube.com/watch?v=cOypQtfZXXQ
Sobre A Divina Comédia, se bem que, por alguns versos da música, eu penso que tenha sido inspirada pelo jogo homônimo. Por exemplo: "One pure fate
True love devoured by hate". Eu li um pouco de A Divina Comédia há muito tempo, pelo que me lembro, já começa com Dante chegando ao inferno, se eu estiver errado alguém me corrija por favor. No game, porém, é mostrado que Beatrice foi parar no inferno pela conduta destrutiva do Dante, o que combina com esse verso.
E a última música do álbum, mas não a menos legal, pelo contrário, é a melhor dele.
https://www.youtube.com/watch?v=X7Q6b64xSdQ
Sobre a batalha entre o Arcanjo Miguel e Lúcifer, dentre outras coisas. Uma música grandiosa, com muita orquestra, o que casa perfeitamente com o tema de batalha entre anjos.
Agora, vou deixar uma do segundo álbum. O resto do ouro, procurem aí. xD
King Solomon and the 72 Names of God
https://www.youtube.com/watch?v=tZQsDhp5DgI
Luca Turilli certamente já estudou ou estuda Cabala, pois aqui ele fala de coisas presentes nesse misticismo, logo no início da música já mencionando os 4 mundos onde existe a Árvore da Vida: Atziluth, Beriah, Yetzirah e Asiyah e Ein Sof, que seria Deus, pelo que sei.
"The science of God".
Bem, é isso. Se você gosta de power metal, ouça a banda, é quase certo que você gostará. Se gosta do tema "oculto", aí é que deve dar uma conferida no material da banda. Se gosta de outros estilos de metal, bem, pode dar uma chance xD. Até a próxima, mortais.
Bem vindo.
Olá, eu sou Orpheus. Em meio à minha tediosa imortalidade, resolvi criar este blog, onde escreverei sobre algumas coisas das quais gosto. Por que resolvi fazer isso? Quem sabe...
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