domingo, 24 de junho de 2018

Sugestões de livros sobre vampiros.

Boa noite.

Estava arrumando minha estante, e achei bom mostrar aqui alguns livros sobre o meu povo, para você que possa ter lido Crepúsculo e assistido aos filmes e não conhece bem como vampiros realmente deveriam ser. Ou para você que possa ter gostado de Crepúsculo, conhecer leituras mais legais sobre o tema.

Sonho Febril, de George R.R Martin.
A estória se passa no século XIX, abordando a era dos barcos a vapor. Aqui conhecemos o capitão Abner Marsh, um experiente homem do rio, dono de uma companhia de barcos, que acabou perdendo a maioria deles em um inverno rigoroso. Algum tempo após isso, ele recebe uma proposta de sociedade de Joshua Anton York, um homem de posses e misterioso, tendo hábitos estranhos. Abner até estranha o homem se interessar pela sua companhia arruinada, mas cede mediante a proposta de receber fundos para construir o barco dos seus sonhos, servindo aos propósitos de ambos.

É um dos livros mais legais que já li, traz o arquétipo clássico de vampiro que todos gostamos: um aristocrata, homem de negócios, com boa conversa e carismático. George explicou o vampiro de maneira mais natural, sem usar do sobrenatural e o resultado foi um ser que poderia muito bem existir. Digo, existir para vocês, humanos descrentes e materialistas.
Enfim, se você gosta do tema, este livro deve constar na sua estante. Leia e garanto que irá gostar.

Sétimo, do André Vianco.
 Continuação de Os Sete. O Sétimo vampiro desperta no Brasil após 500 anos e decide se habituar aos costumes modernos, se misturar bem e montar um exército de vampiros para tomar o país em em seguida o que vier. Chega a se declarar o ser mais poderoso da Terra, e para combatê-lo, virão os caçadores humanos e outros vampiros.

Por mais que soe estranho um vampiro no Brasil, até que funciona bem, podem acreditar. E ah, a porrada come. Os vampiros aqui são mostrados como seres bastante poderosos efortes, causando danos terríveis às pessoas com as mãos vazias.
E no início, é engraçado ver Sétimo curioso com todas as novidades ao redor. Ele vê um ônibus e pensa que o condutor abria a porta com magia.

Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice.
Um jovem repórter entrevista Louis de Pointe du Lac, um vampiro que decide contar sua história, talvez para ensinar o quanto valem as pequenas coisas da vida, e a própria vida, a mortalidade.
Aqui temos novamente o arquétipo do vampiro aristocrata e carismático, principalmente da parte de Lestat, um vampiro muito cínico e até divertido eu diria. Muitas das coisas que ele diz quando Louis questiona a natureza dos vampiros chegam a ser cômicas só pelo tom áspero das respostas, acabando com as esperanças de Louis. Lestat é como aquele seu amigo que costuma dar respostas irônicas quando você faz uma pergunta besta.
Vampiros questionando sua existência da mesma maneira que as pessoas questionam as suas. Na época em que foi lançado, acredito que não havia estórias de vampiros em que esse lado era mostrado, e esse é o ponto deste livro.
Os mais recomendados entre os fãs são os três primeiros. Existem outros, mas não os li, e alguns dizem que esses outros tiveram um foco relativamente grande em erotismo, e eu particularmente não curto isso, acho meio desnecessário. Uma coisa é dizer ou deixar subentendido que dois personagens se relacionaram, outra é descrever o diacho da cena. Não sei se foi isso que aconteceu, mas é o que penso sobre cenas assim.


E não deixe de conferir a graphic novel do livro, contada sob o ponto de vista da Claudia.
 A arte é espetacular! Uma mistura de mangá com barroco e o tom de sépia com o qual todas as páginas foram feitas dão todo o climão de século XIX. A única coisa colorida é o sangue. E tudo é ricamente detalhado.

Herdeiros de Drácula, por Richard Dalby
Este é um compilado de contos raros sobre vampiros. Aqui você encontrará coisas da velha guarda mesmo. Árvore vampira, vampiros que realmente têm aparência de mortos vivos, contos com seres vampíricos bizarros em alguns deles, diferentes do que você está acostumado a ver. O vampiro aristocrata mal aparece aqui. Há até um conto feito por Sir Arthur Conan Doyle.

Por fim, mas não menos importante... Drácula! de Bram Stoker.
Este é o livro que popularizou bastante (não começou, pois o mérito disso vai para The Vampyre, de John Polidori) o arquétipo do vampiro que conhecemos e consolidado por seus intérpretes no cinema, como Bela Lugosi. Quantas vezes você já viu um vampiro de terno usando uma capa e etc? Pois é, Bela Lugosi. Drácula é a base de praticamente tudo sobre vampiros que veio depois.
Resumidamente, Jonathan Harker vai até o castelo do Drácula tratar sobre propriedades que o mesmo pretendia adquirir. Inicialmente um anfitrião gentil, logo ele prende Jonathan para aprender com ele o necessário para estar na Inglaterra e, ao chegar lá, aterroriza pessoas próximas à Jonathan até o professor Van Helsing começar a investigar.
Tudo é relatado através de cartas e diários, então pode ficar cansativo, mas é bom.

Enfim, é isso. Até logo, mortais.


DmC: Devil May Cry. Por que nós não gostamos.

Bom dia mortais.

"Ah Orpheus como é que você tá acordado durante o dia e não tá morrendo?". Estou trancado em casa.

Bem, recentemente Devil May Cry 5 foi anunciado e foi uma das melhores notícias que já tive em toda minha eternidade, afinal foram 10 anos desde DMC 4 e o jogo vai sair no ano que vem. Esse tempo todo poderia ter sido bem aproveitado, se não fosse por um incidente em 2010:

"Orpheus Orpheus, saiu um trailer de DMC 5, só que o Dante virou emo, tá com o cabelo preto".
Eu pensei "Cabelo preto? Ah não deve estar feio não". Eu simplesmente imaginei o Dante com o cabelo preto, como existe em alguns mods por aí. Mas, quando procurei o trailer na internet, me deparei com isto.



" O que, em nome de Deus, é isto?" Foi minha reação.

E seguiu-se o trailer onde vemos esse ser carinhosamente apelidado de "Donte" ou "Dino" matando alguns demônios que parecem bonecas de porcelana descascando.
Agora, a primeira coisa que eu não gostei, e imagino que os outros também não:


Dante punk, anarquista drogado.

 No trailer, só o víamos fumando um cigarro normal, mas a aparência dele era de alguém que só fuma cigarro? Pois é. Muitas pessoas não gostam de drogas e gostam menos ainda da glamourização das drogas. Sim, glamourização, porque não é de hoje que existem seres que acham que não apenas fumar maconha, mas usar quaisquer drogas é ser descolado, é estiloso e por isso o Dante fumando. Muitos não gostam, eu detesto e se você já estiver pensando em dizer que quem usa drogas não está me fazendo mal algum e que "se não gosta, não use", coloque essa ervilha dentro do seu crânio para funcionar por três segundos e me diga: como os criminosos que mexem com drogas têm o poder que têm? Os mesmos que usam fuzis de guerra para matar pais de família, matar gente inocente por aí, com que dinheiro compraram as armas para cometer seus crimes? Pois é. Eu não gosto de drogados por isso, e muita gente não gosta pelo mesmo motivo, e por isso não gostamos desse Dante fumante.

"Ain, si fossi legalizadu, nhum haviria tráficu"

Tá bom. Só para constar, volta e meia alguém é preso na fronteira contrabandeando cigarros, que é uma coisa que você encontra facilmente em um mercadinho qualquer no seu bairro e é LEGALIZADO! Ou vocês acham que, caso fosse legalizada, o traficante não iria vender mais barato ou conseguir contato para vender na loja e lavar o dinheiro dele?
E esse Dante é anarquista sim. No final do jogo, Vergil comenta que eles deveriam reinar, porque os humanos precisam de proteção não apenas de ameaças externas mas deles mesmos. E isso é verdade. As pessoas precisam ser guiadas, tudo precisa ser guiado: pessoas, empresas, países. A ORDEM precisa existir, sem ela, só há caos. Dante queria que as pessoas fizessem o que bem quisessem. É como o que aquela Faith do Mirror's Edge fala sobre como era a cidade dela: "suja e perigosa, mas viva". Quer dizer, ela prefere a cidade cheia de bandidos, pelo menos era democrática. 
Pelo que sei sobre anarquismo, ele é praticamente a mesma coisa que o comunismo: quer uma sociedade igual em todas áreas, acabar com privatizações e vir com essa lenga-lenga de sempre de que tudo vai ser feito de acordo com as necessidades da sociedade, e todos viverão felizes para sempre em uma sociedade utópica. 
Os países por onde o comunismo passou, ou ainda está instalado, em sua maioria estão uma merda.
E os países anarquistas? Ah é, não existem.
 
 Enfim, deixa eu passar pro próximo motivo antes que eu fique nervoso e comece a sugar sangue de todo mundo.


Conceito de estória já meio manjado. 



Em uma cidade controlada por poderosos endinheirados, apenas uma alma tem consciência da verdade e luta sozinha contra o capitalismo opressor que controla as pessoas, viva a revolução!

Se não fosse pela presença de demônios, o Dante desse jogo podia muito bem ser um revolucionário leitor de Marx. Poxa, já vimos esse conceito várias vezes. Há filmes medievais por exemplo que têm isso, alguns tem uma trama bem elaborada que vai muito além de um tirano opressor, mas DmC ficou nesse ponto básico: um capitalista opressor ferra todo mundo e um revolucionário quer acabar com isso. Nisso vem outro ponto chato desse Dante: rebeldia contra o sistema. Que é outra coisa que muita gente meio que se cansou hoje em dia, pelo tanto de esquerdistas com esse discurso.
O Dante clássico era rebelde sim, mas ele demonstrava isso através da sua atitude cínica frente aos acontecimentos que o rodeavam, o pouco caso que fazia dos desafios, o desprezo aos demônios mais poderosos e sua disposição ao bom combate. A rebeldia do Dante, ao meu ver, parecia ser mais voltada aos golpes da própria vida. Alguém que perdeu a mãe e o irmão para os demônios ainda criança poderia ser alguém extremamente amargurado e cheio de rancor, mas ele ri, tira sarro e dá pouca importância às coisas ruins que vão lhe acontecendo. Porém, quando a situação pedia, Dante mostrava que era sim um cara maduro e que se importa de verdade com o bem dos outros (basta ver como ele se comoveu com o sofrimento da Lady e como ele diz que percebia o que era importante por causa dela. Talvez ela o fizesse lembrar da Nell Goldstein, como já ouvi dizerem). Na minha opinião, Dante seria do tipo que diria que faz limonada com os limões que ganha da vida hahahaha.

Agora o Dante do DmC mostra rebeldia enchendo a cara, pegando duas garotas ao mesmo tempo e atendendo a porta pelado (o que é bem ridículo e ele já estava sóbrio) e falando palavrão. Atitudes de pessoas vazias que buscam alguma coisa na bebida ou sexo. Tudo bem que todos falam palavrão, é normal, mas o Dante clássico conseguia ser rebelde sem soltar um único xingamento.
Aliás, um game criticando capitalismo é uma coisa bem hipócrita ao meu ver...



Design horroroso.

 

O design desse jogo foi bem feio. O Limbo é cheio de cores fortes, uma cidade infernal para mim deveria ser mais sombria e construída de maneira a causar medo. O Limbo nesse jogo parece simplesmente um mundo paralelo qualquer de qualquer jogo com mundos paralelos.
E o design do Dante...
Isso está ligado ao conceito de drogado que já mencionei. Não sei vocês, mas para mim é visível que as roupas dele são sujas, bem como o próprio. Pode até ser pelo gráfico do jogo, mas tanto o Dante quanto sua vestimenta parecem sujos. E o mais provável é que sejam assim mesmo, afinal o Dante aí é mostrado como alguém meio desleixado. Se fosse desgaste após um combate, legal, mas não.
E as cores também são estranhas. Desbotadas, opacas, olhando de longe, parece que o casaco e a calça são uma coisa só, parecem ter quase a mesma cor.
Cara desleixado, aparência de drogado, roupas sujas e ferradas. Não preciso me estender com isso.

E é importante ressaltar que isso é culpa da capcom. A Ninja Theory teria criado bons designs modernizados, por exemplo:
Poxa, olha o primeiro à esquerda. É o Nathan Drake do inferno, um cara com aparência de soldado. O do meio tá ok, e o último tem roupas bem legais, apesar do rosto meio diferente. Qualquer um desses é bem melhor que o que ficou no jogo, que foi pedido pela capcom ok? Acredito que se deixasse pela Ninja Theory, não teria saído uma coisa tão tosca.

E agora vem um caso que pode fazer um fã da série chorar: Sparda.
Só de olhar, você já vê a imponência. E quando começa o DMC 1, já vem uma introdução falando de como Sparda era o demônio mais poderoso e como ele criou um senso de justiça e se rebelou contra o inferno e o imperador Mundus.
SOZINHO!
Sparda sozinho derrotou todas as legiões infernais e o próprio imperador do inferno. Não há mais nada a comentar.


Palmas também para sua forma humana. Ele tem aspecto daqueles vampiros aristocráticos, ou de algum estudioso do sobrenatural, algo como Abraham Van Helsing + Drácula.

Agora o que DmC fez com o demônio mais poderoso?
O fez ser apenas um homem com chifres... Que foi capturado e está sendo torturado no inferno. Quando você se lembra do demônio de espírito virtuoso que derrotou o inferno sozinho, é de dar nojo.
Sem contar que o Mundus desse jogo nem de longe é poderoso como o original. Um vampiro criado na era moderna, sem praticamente traço algum do sangue de Caim já seria capaz de derrotá-lo...

Por fim, o motivo maior:


Fazer reboot de uma série que não tinha sido concluída e que não andava mal.

E é um reboot sim. Ainda tem gente que acha que é um prequel, mas não. É um reboot desnecessário. Por que desnecessário? Porque a bendita capcom achou que a série precisava ser modernizada para fazer mais sucesso, alcançar um público maior. Isso depois de 2 MILHÕES de unidades vendidas de Devil May Cry 4 só no primeiro mês!!!! Qual era a necessidade de fazer essa porcaria???
E deu no que deu: o reboot vendeu bem menos. Devil May Cry 4 Special Edition ainda vendeu mais que o reboot, para vocês terem uma ideia. Ajudou a aumentar bastante o bolso da capcom.
Digam o que quiserem, mas não havia razões plausíveis para esse reboot. 2 milhões de unidades nem de longe é algo insignificante. A série se mantém de pé com facilidade, graças aos fãs leais conquistados por DMC 3 e 4, prova disso foi o sucesso do DMC4: SE.

E mesmo com tudo isso, o principal argumento de quem gostou do reboot contra os críticos é "ain tudo isso só porque o cabelo dele não tá branco".
Quem sabe agora, com DMC 5 a capcom tenha aprendido a respeitar mais os fãs.

sábado, 23 de junho de 2018

Luca Turilli's Rhapsody

Boa noite mortais.

Nesta noite, decidi apresentar a minha banda favorita, que não é muuuito conhecida por aqui: Luca Turilli's Rhapsody.

Eles se denominam como "Metal Cinemático" pelo fato de trilhas sonoras de filmes serem grande influência para o Luca, um amante do cinema. Quando ouvirem, perceberão como se parece mesmo com músicas de filmes épicos.
Como o nome já entrega, ela foi formada pelo Luca Turilli após sair amigavelmente do Rhapsody of Fire (outra banda excelente, se não conhece vá ouvir e faça um favor a si mesmo haha) com Patrice Guers e Dominique Leurquin.

Ascending to Infinity foi o álbum de estreia, lançado em 2012. 

O som é muito bom. Power Metal Sinfônico de qualidade, um vocalista de grandes capacidades, muita orquestra, coros, mas o legal mesmo são os temas, que foram justamente o que me fez ouvir a banda. Para que fique claro desde o início, já colocarei aqui um trecho da biografia da banda no site, escrito pelo próprio Luca:

"Nessas músicas, gosto de falar sobre ciência, metafísica, sobrenatural, dimensões paralelas, evolução espiritual, os mitos e lendas do planeta escondendo verdades cósmicas herméticas. Todos esses assuntos estão relacionados com uma fonte de inspiração básica e fundamental que eu definiria como evolução espiritual. Na minha experiência de vida eu sempre me senti atraído pelo que se esconde por trás do milagre da ciração. Eu sempre tentei encontrar uma resposta para todas as questões filosóficas comuns: de onde viemos, aonde vamos e qual o sentido de tudo isto, o que realmente se esconde além da ilusão de espaço e tempo, o que acontece após nossa morte física e tudo isso. Em particular, eu era muito interessado em entender mais sobre essa fonte original espiritual primordial que depois foi manipulada pelo homem, de forma mais ou menos sábia, e deu origem a todas as religiões. Eu comecei a encontrar as primeiras respostas importantes para este tipo de pergunta após alguns eventos particulares que aconteceram comigo e que mudaram minha visão de vida de uma vez por todas. A partir desse momento, principalmente graças a constante prática de yoga e meditação, comecei a explorar as possibilidades do cérebro humano e a relação entre o mundo material e a dimensão espiritual nos cercando, finalmente começando a entender aonde jaz a chave para a compreensão de todas as coisas."

Ele falou tudo aí. Se as palavras transcendência, espiritualidade, ocultismo, evolução espiritual e etc, despertam seu interesse, confira as músicas, pois além de um som de qualidade, verá letras bastante intrigantes para quem não conhece bem tais coisas. Colocarei algumas das minhas favoritas aqui. Primeiro, as do primeiro álbum:

Dark Fate of Atlantis.
https://www.youtube.com/watch?v=XFqOkq8ta8U

A música fala sobre a lendária Atlântida, seu desenvolvimento estrondoso e certamente rápido também, que culmina em uma nação poderosa e, de certa forma, próxima da divindade.
" Monumental growth, breaking rules of history". 

Dante's Inferno
https://www.youtube.com/watch?v=cOypQtfZXXQ


Sobre A Divina Comédia, se bem que, por alguns versos da música, eu penso que tenha sido inspirada pelo jogo homônimo. Por exemplo: "One pure fate
True love devoured by hate". Eu li um pouco de A Divina Comédia há muito tempo, pelo que me lembro, já começa com Dante chegando ao inferno, se eu estiver errado alguém me corrija por favor. No game, porém, é mostrado que Beatrice foi parar no inferno pela conduta destrutiva do Dante, o que combina com esse verso.


E a última música do álbum, mas não a menos legal, pelo contrário, é a melhor dele.
https://www.youtube.com/watch?v=X7Q6b64xSdQ

  
Sobre a batalha entre o Arcanjo Miguel e Lúcifer, dentre outras coisas. Uma música grandiosa, com muita orquestra, o que casa perfeitamente com o tema de batalha entre anjos. 

Agora, vou deixar uma do segundo álbum. O resto do ouro, procurem aí. xD




King Solomon and the 72 Names of God
https://www.youtube.com/watch?v=tZQsDhp5DgI

Luca Turilli certamente já estudou ou estuda Cabala, pois aqui ele fala de coisas presentes nesse misticismo, logo no início da música já mencionando os 4 mundos onde existe a Árvore da Vida: Atziluth, Beriah, Yetzirah e Asiyah e Ein Sof, que seria Deus, pelo que sei. 
"The science of God".  


 Bem, é isso. Se você gosta de power metal, ouça a banda, é quase certo que você gostará. Se gosta do tema "oculto", aí é que deve dar uma conferida no material da banda. Se gosta de outros estilos de metal, bem, pode dar uma chance xD. Até a próxima, mortais.



Bem vindo.

Olá, eu sou Orpheus. Em meio à minha tediosa imortalidade, resolvi criar este blog, onde escreverei sobre algumas coisas das quais gosto. Por que resolvi fazer isso? Quem sabe...

Guerreiros Folclóricos - Um possível God of War nacional.

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